A Pogust Goodhead anuncia a nomeação de Gemma Anderson como sócia, uma adição de destaque que reflete o crescimento contínuo da empresa e o investimento em talentos seniores, à medida que o caso Mariana avança no Tribunal Superior de Londres.
Gemma trabalhará no litígio Mariana ao lado de Jonathan Wheeler, que lidera o caso pela empresa. Sua nomeação reúne a dupla após quatorze anos trabalhando juntos na Morrison & Foerster, onde colaboraram em inúmeras disputas de alto risco.
Gemma é uma advogada altamente experiente em litígios comerciais, especializada em disputas transfronteiriças complexas. Ela ingressou na PG vinda do escritório da Quinn Emanuel em Londres, onde passou os últimos dois anos como sócia, focada em casos comerciais importantes e de alto valor.
Alicia Alinia, CEO da Pogust Goodhead, disse:
“A nomeação de Gemma é um momento fantástico para a Pogust Goodhead. Sua chegada é um sinal claro da equipe e da plataforma que estamos construindo para o futuro – profundo conhecimento, forte liderança e capacidade de conduzir grandes casos internacionais em escala. Estamos muito felizes em recebê-la como sócia.”
Jonathan Wheeler, sócio e líder do litígio Mariana, disse:
“Gemma é uma advogada excepcional em disputas e se encaixa naturalmente na equipe da Mariana. Trabalhamos juntos por quatorze anos na Morrison & Foerster, e vi em primeira mão o rigor e a determinação incansável que ela traz para questões transfronteiriças complexas. Sua nomeação fortalece nossa capacidade de atender aos clientes, à medida que aproveitamos a decisão histórica sobre responsabilidade civil e avançamos para a próxima fase do caso.”
Gemma Anderson disse:
Estou muito feliz por me juntar à Pogust Goodhead num momento tão crucial para o litígio Mariana. Este é um caso verdadeiramente marcante, não só para as comunidades afetadas, mas também pelo que representa globalmente em termos de acesso à justiça e responsabilidade corporativa. Estou ansioso por trabalhar com o Jonathan e toda a equipa para ajudar a garantir um resultado justo para centenas de milhares de vítimas.”
O processo Mariana na Inglaterra envolve mais de 600.000 pessoas físicas, empresas, municípios, instituições religiosas e comunidades indígenas brasileiras afetadas pelo rompimento da barragem de Fundão, em Minas Gerais, Brasil, em 2015. Após a decisão do tribunal inglês sobre a responsabilidade civil em 14 de novembro de 2025, o caso está agora em sua segunda fase, com foco nos danos e na quantificação das perdas.
